terça-feira, 23 de setembro de 2008

O cocô segundo Vinicius e Bôscoli


Uma amiga vive dizendo que tenho fixação em cocô. Tenho? Sei lá, mas que é um assunto divertido não há como negar. Lendo o livro de memórias do Ronaldo Bôscoli (Eles e Eu), topei com essa história dele e Vinicius de Moraes. E olha que doido: enquanto escrevo ouço musica no aleatório e não é que começa a tocar Vinicius... credo! Saravá! Eis a história do Bôscoli:

"Como eu, Vinicius achava a maior graça em casos escatológicos, negócio de coco etc. Ríamos pra cacete. Chegamos à perfeição de passar noites catalogando os mais diferentes tipos de cocô. Cocô Rita Pavone, aquele que mancha a latrina toda de sardas. Cocô Canto de Osanha, vai-não-vai, vou-não-vou. Cocô Nossa Senhora, aquele que desce e sobe com o papel. Cocô Siri, que morde o rabo antes de descer. Cocô Mergulhador, que cai e molha a bunda. Cocô Cortiça, que não desce, fica boiando. Cocô Carrossel, que fica rodando a latrina inteira. Cocô Monograma etc"

2 comentários:

pauliiiiinha disse...

hahahhaha!!!
eu quero catalogar cocôs!!! =)

PC disse...

Sim, vc tem!!!!
O que não deixa de ser divertido.
bj

Houve um revólver na minha vida. E fuzil também

Um trezoitão foi personagem de minha infância. Episódio difuso, enigmático, envergonhado, repleto de sombras: só fui saber mais dele quan...